A arquiteta Millena Caroline Moraes de Miranda entrou na Justiça contra o cantor Ferrugem e a esposa dele, Thaís Vasconcellos, pedindo R$ 50 mil por danos morais. A ação está relacionada a um desentendimento durante a reforma da casa do casal, que teria evoluído para mensagens ameaçadoras e publicações que, segundo a profissional, prejudicaram sua imagem.O caso já havia chegado à Justiça anteriormente. Em abril de 2026, Ferrugem e Thaís processaram a empresa responsável pela obra, alegando problemas na execução dos serviços. De acordo com informações divulgadas pelo colunista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, uma falha hidráulica teria contribuído para o início do conflito.CONTEÚDOS RELACIONADOS:Neymar rebate Piovani: "Nem os filhos dela querem estar com ela"Após levar tiro de deputado do PL, Fred Bruno se afasta do Globo EsporteNa nova ação, Millena afirma que a relação com o casal se deteriorou e que passou a receber mensagens com conteúdo agressivo. Entre os episódios relatados, a arquiteta aponta uma mensagem atribuída ao cantor em um grupo de WhatsApp utilizado para tratar de assuntos relacionados à reforma.“Tô avisando antes. Tô ameaçando vocês. […] Ou desfaz essa merda, ou quando eu chegar aqui na semana que vem, eu vou resolver da pior forma possível”, teria escrito Ferrugem, conforme a denúncia apresentada pela profissional.Millena também acusa o casal de utilizar as redes sociais de Thaís para expô-la publicamente, com manifestações que, segundo ela, teriam atingido sua reputação pessoal e profissional. Por isso, além da indenização de R$ 50 mil, a arquiteta solicita que os dois publiquem uma retratação nas redes sociais.Defesa aponta ataques e intolerância religiosaEm nota encaminhada ao portal Metrópoles, a defesa de Millena afirmou que o processo reúne acusações de ofensas à honra, à imagem e à reputação profissional da arquiteta. Segundo os advogados, os episódios envolveriam publicações em redes sociais, além de mensagens consideradas ofensivas e ameaçadoras enviadas pelo WhatsApp.A defesa também aponta possíveis manifestações de intolerância religiosa. Conforme o escritório Motta Advogados, a profissional teria sido alvo de comentários depreciativos sobre sua fé, incluindo referências que sugeriam acidentes ou outros acontecimentos capazes de colocar sua integridade em risco.Os representantes da arquiteta afirmam que a ação foi instruída com capturas de tela, registros de conversas, áudios e publicações nas redes sociais. O escritório sustenta que os materiais foram anexados ao processo para fundamentar as acusações.Ainda de acordo com a defesa, Millena registrou a ocorrência policial nº 042-14023/2025, comunicando possíveis crimes de calúnia, difamação, injúria, ameaça e intolerância religiosa. Os advogados também mencionam a possibilidade de análise dos fatos sob a perspectiva do crime de perseguição, conhecido como stalking.Na esfera cível, a ação busca a responsabilização dos réus pelos danos morais alegados e a publicação de uma retratação pública com alcance equivalente ao das manifestações questionadas.O escritório afirma que os fatos devem ser examinados pelas autoridades competentes, com análise das provas e garantia do contraditório e da ampla defesa. A defesa também se colocou à disposição da imprensa para prestar esclarecimentos adicionais.Assessoria de Thaís foi procuradaO Metrópoles informou ter procurado a assessoria de Thaís Vasconcellos para obter um posicionamento sobre as acusações. Até a publicação da reportagem original, não havia uma resposta divulgada, e o espaço permanecia aberto para manifestação.Quer mais notícias sobre fama? Acesse o canal do DOL no WhatsAppAs alegações apresentadas na ação ainda dependem de análise judicial, e a existência do processo não representa, por si só, comprovação das acusações.
Fonte original: https://dol.com.br/entretenimento/fama/966005/arquiteta-cobra-r-50-mil-de-ferrugem-apos-supostas-ameacas




